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Equipe Ucaju· Atualizado em 08 de setembro de 2026

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Quanto custa, o que perguntar antes de contratar e onde a maioria erra.

Perguntas frequentes

Quanto custa um serviço de backup empresarial?

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O backup gerenciado costuma ser contratado por mensalidade, e o valor é dimensionado por três fatores: o volume de dados protegido, a quantidade de servidores e estações incluídas na rotina e o destino das cópias — nuvem, equipamento local ou os dois. Quando há armazenamento em nuvem, o custo do espaço entra na conta e cresce junto com o histórico de versões que a empresa decide guardar. A implantação inicial pode ser cobrada como projeto separado, cobrindo a instalação dos agentes, a definição da política de retenção e os primeiros testes de restauração. Já a recuperação de dados perdidos segue outra lógica: o profissional faz um diagnóstico da mídia ou do ambiente e apresenta orçamento fechado conforme a complexidade — arquivo apagado, disco com defeito físico e base corrompida são cenários muito diferentes. Peça a proposta separando implantação, mensalidade e armazenamento para comparar fornecedores na mesma base.

Quanto tempo leva para implantar a rotina de backup?

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O cronograma típico começa com um levantamento do que precisa ser protegido: servidores, computadores, e-mail, sistemas e bancos de dados. Com o mapa pronto, a instalação dos agentes e a configuração da política levam pouco tempo. O gargalo real é a primeira cópia completa, que sobe todo o volume acumulado da empresa — em conexões de internet mais lentas, esse envio inicial pode se estender por dias, e alguns profissionais fazem a primeira carga localmente para acelerar. A partir daí a rotina roda de forma automática e incremental, copiando só o que mudou desde a última execução, sem atrapalhar o expediente. Já a restauração tem tempos próprios: recuperar um arquivo apagado da nuvem é questão de minutos, enquanto reconstruir um servidor inteiro depende do volume e do plano de recuperação combinado. Pergunte pelo tempo estimado de restauração completa, porque é ele que importa no dia do incidente.

O que o serviço de backup gerenciado inclui?

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O coração do serviço é a operação contínua, não a instalação. O profissional define com a empresa a política de proteção — quais servidores, pastas e sistemas entram, a frequência das cópias e o período de retenção de cada versão —, implanta as ferramentas e passa a monitorar as execuções todos os dias, corrigindo falhas antes que elas virem buraco no histórico. Um contrato bem montado prevê também testes periódicos de restauração, que provam que as cópias realmente voltam, e relatórios mostrando o que foi protegido no período. O que costuma ficar de fora: o espaço de armazenamento em nuvem, cobrado pelo volume consumido, a recuperação de dados que se perderam antes do contrato e mudanças grandes de escopo, como incluir um sistema novo. Verifique se o serviço cobre a restauração quando você precisar dela ou se cada pedido de recuperação é cobrado como atendimento avulso.

Como escolher a empresa que vai cuidar do backup?

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Backup só existe de verdade quando a restauração funciona, então comece pedindo evidências: relatórios de execução de clientes atuais e a rotina de testes de restauração — quem nunca testa descobre a falha no pior momento. Em seguida, avalie a arquitetura proposta contra o cenário de ransomware: deve existir ao menos uma cópia isolada ou imutável, que um invasor com acesso à rede não consiga apagar junto com os originais. Confirme como os dados são criptografados, onde ficam armazenados e quem consegue acessá-los, ponto que pesa também para a adequação à LGPD. No contrato, procure o prazo de resposta para pedidos de restauração e a responsabilidade do fornecedor em caso de falha na rotina. Por fim, desconfie de propostas que entregam apenas a instalação de um software: sem monitoramento diário, a rotina para silenciosamente e ninguém percebe até precisar dos arquivos.

É possível recuperar arquivos de um HD que parou de funcionar?

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O primeiro passo é identificar a natureza da falha. Quando o problema é lógico — exclusão acidental, formatação, partição corrompida ou sistema que não inicia —, ferramentas especializadas conseguem reconstruir os arquivos sem abrir o equipamento, e o trabalho pode até ser feito remotamente sobre uma imagem do disco. Quando o dano é físico, com ruídos de clique, disco que não gira ou queda recente, a recuperação exige laboratório com ambiente controlado para abrir o dispositivo e transplantar componentes, o que eleva o custo e o prazo. Em qualquer cenário, a orientação que mais preserva os dados é parar de usar o disco imediatamente: reinstalar sistema, rodar utilitários de correção ou insistir em ligar o equipamento sobrescreve setores e pode tornar a perda definitiva. O fluxo profissional começa por um diagnóstico com lista do que é recuperável e orçamento fechado, e é comum cobrar apenas em caso de sucesso — confirme essa condição antes de enviar a mídia.

Como são cobrados os serviços de infraestrutura e suporte de TI?

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O contrato mensal traz previsibilidade e costuma incluir monitoramento, atualizações, suporte remoto e visitas presenciais em quantidade acordada. Pacotes de horas servem para demandas irregulares, mas exigem controle de consumo e atenção à validade. Chamado avulso é mais caro por hora e não gera relacionamento nem conhecimento acumulado do ambiente, o que pesa quando algo quebra. Além do serviço, some as licenças de software, assinaturas de nuvem e equipamentos, que são custos recorrentes próprios. Ao pedir proposta, informe quantos computadores, servidores e usuários existem, quais sistemas são críticos e qual o horário de funcionamento da operação. Peça o acordo de nível de serviço com prazos de resposta e de solução por severidade — é isso que diferencia contratos aparentemente iguais.

Qual o prazo de atendimento e de resolução de um chamado?

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Classifique com o fornecedor o que é crítico para o seu negócio: sistema de vendas fora do ar, servidor indisponível, rede parada e falha de e-mail costumam entrar nessa lista. Para cada nível, defina prazo de primeira resposta, prazo de solução e forma de acionamento fora do horário comercial, incluindo plantão quando necessário. Peça relatórios mensais com volume de chamados, tempo médio de atendimento e reincidências — reincidência alta indica problema estrutural não resolvido. Combine também um plano de contingência para falhas que dependem de terceiros, como operadora de internet e provedor de nuvem, com caminho alternativo definido. E mantenha um inventário atualizado de equipamentos, licenças e acessos: metade do tempo de um chamado costuma ser gasto descobrindo como o ambiente está montado.

O que um contrato de suporte costuma incluir?

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Peça a lista de serviços com fronteiras claras: até onde vai o suporte a sistemas de terceiros, quem fala com fornecedores de software, se o atendimento cobre equipamentos pessoais usados no trabalho e como funciona o apoio a quem trabalha fora do escritório. Confirme a periodicidade das visitas presenciais e o que acontece quando são necessárias visitas extras. Verifique se a gestão de segurança está incluída — antivírus, controle de acesso, políticas de senha, atualização de sistemas — ou se é contratada à parte. Alinhe também a documentação: topologia da rede, inventário, credenciais em cofre e procedimentos. Documentação atualizada é o que reduz dependência de uma única pessoa e o que permite trocar de fornecedor sem parar a operação da empresa.

Backup e recuperação são responsabilidade de quem?

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Defina o essencial em números: quanto de dados a empresa pode perder em caso de falha e em quanto tempo precisa voltar a operar. Essas duas respostas determinam a frequência das cópias e o tipo de solução. Mantenha ao menos uma cópia fora do ambiente principal e uma cópia isolada, protegida contra alteração, que é a defesa mais eficaz contra sequestro de dados. Combine testes de restauração periódicos com registro do resultado — muita empresa descobre que o backup não funcionava justamente no dia em que precisou. Verifique se dados em serviços de nuvem, como e-mail e arquivos compartilhados, estão cobertos: a maioria dos provedores garante disponibilidade, não a recuperação de algo apagado por engano meses antes. Documente responsáveis e procedimentos.

Vale a pena migrar servidores para a nuvem?

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Faça a conta completa antes de decidir: além da mensalidade dos servidores, inclua armazenamento, transferência de dados, backup, licenças e o custo de operar o ambiente. Compare com o custo real do modelo atual, somando equipamento, energia, refrigeração, manutenção, licenças e o risco de indisponibilidade. Migração é projeto com etapas — inventário, plano, ambiente de teste, migração assistida e desativação do antigo — e precisa de janela combinada para minimizar impacto na operação. Verifique requisitos de conectividade: sistemas em nuvem dependem de internet estável, então link redundante costuma ser necessário. Considere também exigências legais sobre localização e tratamento de dados. Uma abordagem gradual, migrando primeiro serviços menos críticos, reduz risco e dá tempo para ajustar o dimensionamento antes de mover o que é crítico.

Quanto custa um projeto de design ou tecnologia?

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O tema vai de R$ 20 a cerca de R$ 15.000 no catálogo, cobrindo desde peças gráficas avulsas até desenvolvimento de software. Alguns valores de referência: site institucional de R$ 1.500 a R$ 8.000, landing page de R$ 800 a R$ 3.500, loja virtual de R$ 2.500 a R$ 15.000 e gestão de redes sociais de R$ 800 a R$ 4.000 por mês. O que define o preço é a quantidade de telas ou peças, o nível de personalização, se há integração com outros sistemas e quem produz o conteúdo. Projeto feito sobre tema pronto custa uma fração do desenvolvimento sob medida, e é a escolha certa para muita gente. Lembre dos custos recorrentes que não estão no orçamento do projeto: domínio, hospedagem, licenças e manutenção. Peça a proposta com escopo, entregas e o que fica fora.

Quanto tempo leva para ficar pronto?

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A execução dos serviços do tema fica em média em torno de quatro horas nas entregas menores e passa de setenta horas nos projetos maiores — mas o calendário real é sempre maior que a soma das horas técnicas. O que mais atrasa projeto digital não é código: é conteúdo. Texto, fotos, catálogo de produtos, logotipo em alta resolução e acessos a domínio e hospedagem precisam estar prontos, e quase nunca estão. Combine desde o início quem produz cada item e uma data de corte para entrega do material. Estabeleça também quantas rodadas de revisão estão incluídas e qual é o prazo para você responder cada uma; projeto parado esperando aprovação é o cenário mais comum. Peça um cronograma com etapas — descoberta, protótipo, desenvolvimento, testes, publicação — e um ambiente de homologação para revisar antes de o site ir ao ar.
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