Ucaju.

Conserto de Secadora em Brasil

Serviço presencial
Preço de referênciaR$ 180 – R$ 600
Tempo de trabalho1h – 4h
Resposta rápida

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Equipe Ucaju· Atualizado em 12 de setembro de 2026

Perguntas frequentes

Quanto custa consertar uma secadora de roupas?

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Os dois serviços da subcategoria atendem momentos diferentes da vida do aparelho. O conserto, de R$ 180 a R$ 600, cobre os defeitos clássicos: secadora que liga mas não aquece, tambor que não gira, ciclo que não termina e roupa que sai úmida ao final. O valor dentro da faixa acompanha o componente — resistência de aquecimento, termostato e fusível térmico ficam no meio, correia e roldanas na base, e falhas na placa eletrônica no topo, sempre com as peças cobradas à parte da mão de obra. A instalação, de R$ 120 a R$ 350, cobre a fixação segura do aparelho: em suporte de parede, com a furação e o nivelamento adequados ao peso, ou em torre sobre a máquina de lavar, com o kit de empilhamento correto para o conjunto. No orçamento de qualquer um dos dois, informe marca, modelo e, no caso da instalação, o tipo de parede e onde o aparelho vai ficar — isso define material e tempo.

Quanto tempo demora o conserto da secadora?

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O conserto, cadastrado entre 1 e 4 horas, tem o prazo puxado pela desmontagem: os componentes que mais falham — resistência, termostato, fusível térmico, correia — ficam atrás dos painéis e ao redor do tambor, e o técnico precisa abrir a máquina, substituir o item, remontar e rodar um ciclo de teste para confirmar aquecimento e giro. Defeitos elétricos simples ficam na parte baixa do prazo; falhas que exigem remover o tambor, na parte alta. A instalação, de 1 hora a 2 horas e meia, depende do formato escolhido: no suporte de parede, o tempo vai para a furação correta e a conferência da fixação, que precisa sustentar o aparelho em funcionamento, com vibração; na torre, para o encaixe do kit de empilhamento e o alinhamento do conjunto. Peça encomendada divide o conserto em duas visitas — diagnóstico e execução —, situação comum em modelos menos vendidos, cujos componentes não ficam em estoque.

O que a instalação da secadora inclui?

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O escopo cobre a fixação segura do aparelho no formato escolhido. Na parede, o técnico define a altura adequada, fura a alvenaria com buchas compatíveis com o peso da secadora em funcionamento, instala o suporte, posiciona e nivela o aparelho e testa a firmeza do conjunto — etapa crítica, porque a vibração do ciclo castiga fixações malfeitas. Na torre, o serviço é o encaixe do kit de empilhamento sobre a máquina de lavar, com alinhamento e travamento conforme o manual, formato que só é seguro com o kit específico para o par de modelos. Ficam fora do valor os materiais — suporte de parede e kit de empilhamento, cobrados à parte quando o profissional os fornece —, a instalação de tomada nova ou adequação do circuito elétrico e furações em paredes especiais, como drywall, que pedem fixação reforçada e conversa prévia. Envie fotos do local e informe o modelo no agendamento: o profissional confirma o suporte certo e chega com o material adequado.

Vale a pena consertar a secadora ou trocar de aparelho?

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A secadora joga a favor do reparo por dois motivos: é um aparelho de valor alto na reposição e seus defeitos mais comuns são baratos de resolver. Resistência, termostato, fusível térmico e correia — responsáveis pela maioria dos chamados — ficam na metade de baixo da faixa de conserto e devolvem o funcionamento pleno por bem menos que o preço de uma máquina nova. A conta merece atenção em dois cenários. O primeiro é a placa eletrônica condenada: em secadoras de entrada, o componente somado à mão de obra pode empurrar o orçamento para perto do valor de reposição do aparelho. O segundo é o histórico — reparos em sequência num aparelho com muitos anos de uso indicam desgaste geral, e cada conserto novo vira dinheiro enterrado. O caminho é sempre o mesmo: autorize o diagnóstico, peça o orçamento fechado com peça e mão de obra discriminadas e compare com o preço real do modelo equivalente antes de decidir.

Por que a secadora funciona mas não seca a roupa?

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Esse é o defeito mais relatado em secadoras, e a investigação segue uma ordem lógica. Comece pelo que você mesmo resolve: filtro de fiapos saturado e saída de ar obstruída bloqueiam o fluxo que carrega a umidade para fora, e a roupa sai morna e molhada mesmo com tudo funcionando — a limpeza do filtro a cada uso previne o quadro. Persistindo o problema, os suspeitos são do circuito de aquecimento: a resistência queimada é a causa mais comum, seguida do termostato e do fusível térmico, componentes de segurança que desarmam justamente quando o superaquecimento por fiapo acumulado se repete. Sensores de umidade sujos também enganam o ciclo, encerrando a secagem cedo demais. O conserto cadastrado, de R$ 180 a R$ 600 e concluído em 1 a 4 horas, cobre o diagnóstico e a substituição do componente, com a peça à parte. Relate ao técnico se a roupa sai fria ou morna — esse detalhe distingue resistência queimada de fluxo de ar obstruído e acelera o reparo.

Quanto custa consertar um eletrodoméstico?

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O valor final soma três parcelas: a visita, a mão de obra e a peça. Em geladeira, freezer e máquina de lavar, o técnico costuma atender em domicílio, porque mover o aparelho traz mais risco que benefício; microondas, máquina de costura e aparelhos pequenos vão para a bancada. As faixas mais buscadas são conserto de freezer entre R$ 180 e R$ 700 e conserto de máquina de lavar entre R$ 150 e R$ 600, com a placa eletrônica no topo da lista de peças caras. Ao pedir orçamento, informe marca, modelo, ano aproximado e o comportamento exato do aparelho: geladeira que não gela na parte de baixo, máquina que enche mas não centrifuga, fogão com uma boca que não acende. Sintoma bem descrito reduz a chance de o técnico chegar sem a peça necessária.

Quanto tempo leva o conserto de um eletrodoméstico?

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Três situações mudam o prazo. A primeira é a peça: componentes comuns como termostato, resistência, correia, borracha de porta e bomba de drenagem costumam estar no estoque do técnico; placa eletrônica, compressor e módulo de comando são pedidos e demoram. A segunda é a natureza do reparo em sistemas de refrigeração, que exige soldar, fazer vácuo e recarregar, com espera até o aparelho estabilizar a temperatura — não julgue o resultado no mesmo minuto em que o técnico sai. A terceira é a disponibilidade de agenda em época de calor, quando geladeira e ar-condicionado concentram chamados. Ao agendar, pergunte se o valor cobre diagnóstico e execução na mesma visita, quanto tempo o aparelho precisa ficar em teste depois do reparo e qual é o prazo caso a peça precise ser pedida.

O orçamento e a visita são cobrados mesmo sem fechar o conserto?

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Diagnosticar um eletrodoméstico dá trabalho real: em máquina de lavar e lava-louça, chegar ao componente exige desmontar o gabinete. Por isso a cobrança de diagnóstico é praxe e não é abusiva quando informada antes. O que varia entre profissionais é a regra: alguns abatem a taxa integralmente na aprovação, outros abatem parte, outros isentam quando o serviço é fechado na hora. Peça o orçamento por escrito, com peça identificada, valor de mão de obra e prazo de garantia, e desconfie de valor fechado por telefone sem sequer a marca e o modelo do aparelho. Se o reparo for recusado, o técnico deve devolver o aparelho montado e funcionando como estava. Para reduzir visitas improdutivas, mande fotos da etiqueta de identificação e um vídeo curto do sintoma na hora do primeiro contato.

Quando o conserto deixa de compensar em relação à troca?

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Além do valor, pesam três fatores. O consumo de energia: geladeiras e máquinas de lavar antigas gastam bem mais que modelos atuais, e a diferença na conta ao longo de um ano às vezes paga parte da troca. A disponibilidade de peça: em linha descontinuada, o próximo defeito pode não ter solução, e o conserto de hoje vira dinheiro perdido. O tipo de componente: compressor, tanque e placa de potência são as peças caras; termostato, resistência, correia e borracha são baratas e quase sempre valem o reparo. Peça ao técnico o orçamento completo antes de decidir, incluindo o que já mostra desgaste mesmo sem ter falhado. E considere o descarte: muitos serviços recolhem o aparelho antigo, o que evita o problema de destinar sozinho um equipamento com gás refrigerante.

Qual a garantia de um conserto de eletrodoméstico?

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Para a garantia funcionar, guarde a ordem de serviço com data, descrição do defeito, peça trocada com código e prazo declarado. Sem esse documento, a discussão vira palavra contra palavra. A garantia cobre reincidência do mesmo problema e falha de execução; não cobre uso indevido, oscilação de rede elétrica, sobrecarga nem defeito em outra parte do aparelho. Em refrigeração, atenção especial ao prazo do compressor e do processo de recarga, que costuma ter garantia própria maior. Se o defeito voltar dentro do período, acione o mesmo profissional antes de chamar outro: intervenção de terceiro costuma anular a garantia. Vale também perguntar se a assistência oferece garantia estendida mediante contrato de manutenção — em uso comercial, como lavanderia e restaurante, esse formato costuma sair mais barato que reparos avulsos repetidos.

Quanto custa um serviço de assistência técnica?

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Os serviços de assistência técnica cadastrados vão de R$ 60 a cerca de R$ 3.000. O menor valor corresponde a atendimentos simples e a mais alta, a trocas de componente caro em equipamento grande. Um exemplo do próprio catálogo ajuda a calibrar: limpeza de ar-condicionado fica entre R$ 100 e R$ 450, instalação de split de 9.000 BTUs entre R$ 450 e R$ 900, e recarga de gás entre R$ 250 e R$ 700. O orçamento tem duas partes que precisam ficar separadas na proposta: a mão de obra e a peça. Muitos profissionais cobram taxa de visita para o diagnóstico e abatem esse valor se o conserto for aprovado — pergunte antes se essa é a política e o que acontece se você recusar o reparo. Peça sempre o valor fechado depois do diagnóstico, não antes: orçamento dado por telefone, sem ver o aparelho, é estimativa.

Em quanto tempo o aparelho fica pronto?

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Há dois cenários. No reparo em domicílio, o profissional chega com as peças de giro rápido e resolve numa visita de uma a três horas; instalação de ar-condicionado e serviços que exigem furação ficam no teto dessa faixa. No reparo em bancada, o aparelho é recolhido, diagnosticado e devolvido, e aí o prazo depende de a peça estar disponível. Antes de autorizar, pergunte três coisas: se a peça é original ou compatível, qual o prazo de chegada e o que acontece se ela não for encontrada. Peça a previsão por escrito, junto do orçamento. Vale registrar o estado do aparelho no recolhimento — foto do número de série e da tela ou painel evita discussão na devolução. Em equipamento ainda dentro da garantia do fabricante, o reparo por terceiro costuma anular a cobertura: nesse caso, procure primeiro a assistência autorizada.
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