Ucaju.

Convite Digital em Goiânia

Serviço presencial
Preço de referênciaR$ 80 – R$ 400
Tempo de trabalho2h – 8h
Resposta rápida

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Equipe Ucaju· Atualizado em 19 de agosto de 2026

Perguntas frequentes

Quanto custa a arte de um convite personalizado?

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As duas modalidades cadastradas atendem eventos e bolsos diferentes. O convite digital, de R$ 80 a R$ 400, cobre a arte personalizada com o tema da festa, a inserção de nomes, data, horário e endereço e o formato otimizado para WhatsApp e redes sociais — a versão animada fica no topo da faixa, pela produção extra de movimento. O convite impresso, de R$ 150 a R$ 800, envolve a arte frente e verso quando aplicável, o arquivo fechado para gráfica com margens de segurança e sangria e a orientação sobre papéis e acabamentos, e o valor sobe com layouts sob medida, comuns em casamentos e formaturas. Em nenhum dos formatos a impressão está no preço: o arquivo é entregue pronto e você fecha a tiragem direto com a gráfica. Ao pedir orçamento, informe o tipo de evento, o tema e se quer versão animada, porque esses três pontos definem em que ponto da faixa a proposta vai cair.

Em quanto tempo o convite fica pronto?

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As horas cadastradas medem o trabalho de criação: de 2 a 8 horas para o convite digital e de 4 a 12 horas para a arte do impresso, que exige o fechamento técnico do arquivo com sangria. O calendário real, porém, é maior que a produção, porque inclui a troca de informações do briefing, a apresentação da primeira versão e a rodada de ajustes prevista na proposta — cada ida e volta depende da agilidade das duas partes. No impresso, some ainda o prazo da gráfica, que roda a tiragem depois de receber o arquivo aprovado, e o tempo de montagem e distribuição dos convites, que ficam por sua conta. A recomendação prática é trabalhar de trás para frente: defina a data em que os convidados precisam receber o convite, reserve o prazo da gráfica e da entrega e só então feche o prazo da arte com o designer. Envie textos revisados e referências visuais logo no início para evitar retrabalho.

O que está incluído na criação do convite?

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O núcleo do serviço é a arte: criação personalizada seguindo o tema e o estilo do evento, inserção de nomes, data, horário e endereço e uma rodada de ajustes combinada na proposta. No convite digital, a entrega é um arquivo de alta qualidade em formato otimizado para WhatsApp e redes sociais, estático ou animado conforme o contratado. No impresso, entram a arte frente e verso quando aplicável, o arquivo fechado para gráfica com sangria e margens de segurança e a orientação sobre papéis e acabamentos, apoio valioso para quem nunca fechou uma tiragem. Fora do escopo ficam a impressão e o acabamento na gráfica, os envelopes e a montagem dos convites físicos, o envio individual aos convidados e a criação de site ou página de confirmação de presença, que é serviço de outra natureza. Se quiser peças extras — save the date, tag de agradecimento, versão para stories —, peça no orçamento, porque cada item adicional é orçado à parte.

Como escolher entre convite digital e impresso?

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O critério mais honesto é o papel que o convite cumpre na festa. Para aniversários, chás e eventos em que a lista inteira está no WhatsApp, o digital, de R$ 80 a R$ 400, entrega rapidez, custo menor e a possibilidade de animação, além de eliminar a logística de entrega. Em casamentos, bodas e formaturas, o convite impresso costuma ser guardado como lembrança, e a faixa de R$ 150 a R$ 800 cobre apenas a arte — some o custo da gráfica, dos envelopes e da distribuição para chegar ao valor real por convidado antes de decidir. Um caminho cada vez mais comum é o híbrido: convite impresso para padrinhos e familiares próximos e versão digital para o restante da lista, aproveitando a mesma identidade visual nas duas peças. Ao comparar propostas, verifique se o designer já entregou arquivo fechado para gráfica, porque erro de sangria e de cor só aparece depois da tiragem rodada, quando o prejuízo é seu.

O que preciso enviar para o designer criar o convite?

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A qualidade do briefing define a velocidade e o resultado. Comece pelos textos definitivos: nomes grafados corretamente, data, horário, endereço completo e informações extras, como traje ou lista de presentes, tudo revisado antes do envio, porque corrigir texto depois da arte pronta consome a rodada de ajustes com algo evitável. Junte referências visuais — convites que você viu e gostou, paleta de cores da decoração, elementos do tema — e sinalize também o que não quer, que orienta tanto quanto o que quer. Informe o formato de uso: no digital, se a versão será estática ou animada e por onde será enviada; no impresso, o tamanho pretendido e, se já houver gráfica escolhida, as especificações que ela pede. Fotos do casal ou do aniversariante entram quando o estilo pedir, sempre em boa resolução. Por fim, alinhe a data real do evento, para que a rodada de ajustes aconteça com folga antes da distribuição dos convites.

Quanto custam logo, identidade visual e material gráfico?

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A diferença entre um logo e uma identidade visual explica boa parte da variação: o logo é uma peça, a identidade é o sistema — versões da marca, paleta, tipografia, aplicações e manual de uso. Diagramação é cobrada por número de páginas e complexidade, com preço maior quando há tabelas, imagens e notas. Convites e materiais promocionais variam por formato e por acabamento. Em qualquer caso, a impressão é custo separado do design e costuma ser contratada à parte, com a gráfica. Ao pedir orçamento, informe o uso pretendido, os formatos necessários, o prazo e se já existe alguma marca ou referência. Peça a proposta com quantidade de propostas iniciais, rodadas de ajuste incluídas e a lista de arquivos entregues ao final do projeto.

Quanto tempo leva um projeto gráfico?

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O prazo é determinado pelas rodadas de aprovação. Um roteiro comum é briefing, pesquisa e conceito, apresentação de propostas, escolha de caminho, refinamento e entrega de arquivos. Cada devolutiva sua entra no cronograma, então concentre comentários e envie de uma vez, com objetivo claro em vez de gosto pessoal isolado — devolutivas fragmentadas dobram o prazo. Para material impresso, some o tempo da gráfica, que costuma variar de três a dez dias úteis conforme o acabamento, além do envio. Em livro, considere revisão de texto antes da diagramação: alterar texto depois de diagramado significa refazer páginas. Combine na proposta a data de cada entrega, o prazo de retorno esperado do seu lado e o custo de rodadas adicionais fora do combinado.

Quantas alterações estão incluídas e o que conta como mudança de escopo?

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Deixe isso escrito antes de começar, com número de rodadas, prazo de retorno e valor da rodada extra. Ajuste é refinar o que já foi aprovado: cor, espaçamento, tamanho, variação de aplicação. Escopo novo é pedir outro caminho criativo, incluir peças que não estavam na lista ou mudar o público-alvo depois do conceito fechado. Para reduzir idas e vindas, invista no briefing: público, concorrentes, referências do que gosta e do que não gosta, aplicações previstas e restrições. Centralize as devolutivas numa única pessoa; comentários de várias pessoas com opiniões divergentes são o principal motivo de projeto de marca travar. Peça também uma apresentação do racional das propostas: entender o porquê de cada escolha torna a decisão mais objetiva e menos baseada em preferência pessoal.

Os arquivos abertos e os direitos de uso são entregues?

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Peça a lista de entregáveis no contrato: arquivo vetorial editável, versões em cores, monocromática e negativa, formatos para web e impressão, favicon e manual de aplicação. Confirme a cessão de direitos patrimoniais para uso comercial, incluindo adaptações futuras. Sobre fontes, atenção: a licença costuma ser do usuário final, então a empresa precisa adquirir a licença para uso próprio, sobretudo em site e material impresso. O mesmo vale para imagens de banco. Se pretende registrar a marca no INPI, avise o designer desde o início e faça a busca de anterioridade antes de aprovar o caminho criativo — descobrir depois que a marca é semelhante a outra registrada obriga a refazer tudo. Guarde os arquivos originais em local seguro e com backup.

O profissional cuida da impressão ou é preciso contratar a gráfica?

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Se você contratar a gráfica diretamente, peça ao designer o arquivo fechado no padrão exigido: perfil de cor adequado, sangria, marcas de corte, fontes convertidas e resolução correta. Solicite à gráfica uma prova antes da tiragem, digital ou impressa, e confira nomes, datas, telefones e endereços com atenção — erro de dado é o defeito mais comum e não tem conserto depois de impresso. Se preferir que o designer acompanhe, combine se ele cotará gráficas, aprovará prova e responderá pela produção, e como isso é cobrado. Considere que cores na tela e no papel diferem, e que o mesmo arquivo muda de aparência conforme o papel. Peça sempre um exemplar de teste em tiragens grandes: o custo é baixo perto do risco de refazer o lote inteiro.

Quanto custa um projeto de design ou tecnologia?

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O tema vai de R$ 20 a cerca de R$ 15.000 no catálogo, cobrindo desde peças gráficas avulsas até desenvolvimento de software. Alguns valores de referência: site institucional de R$ 1.500 a R$ 8.000, landing page de R$ 800 a R$ 3.500, loja virtual de R$ 2.500 a R$ 15.000 e gestão de redes sociais de R$ 800 a R$ 4.000 por mês. O que define o preço é a quantidade de telas ou peças, o nível de personalização, se há integração com outros sistemas e quem produz o conteúdo. Projeto feito sobre tema pronto custa uma fração do desenvolvimento sob medida, e é a escolha certa para muita gente. Lembre dos custos recorrentes que não estão no orçamento do projeto: domínio, hospedagem, licenças e manutenção. Peça a proposta com escopo, entregas e o que fica fora.

Quanto tempo leva para ficar pronto?

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A execução dos serviços do tema fica em média em torno de quatro horas nas entregas menores e passa de setenta horas nos projetos maiores — mas o calendário real é sempre maior que a soma das horas técnicas. O que mais atrasa projeto digital não é código: é conteúdo. Texto, fotos, catálogo de produtos, logotipo em alta resolução e acessos a domínio e hospedagem precisam estar prontos, e quase nunca estão. Combine desde o início quem produz cada item e uma data de corte para entrega do material. Estabeleça também quantas rodadas de revisão estão incluídas e qual é o prazo para você responder cada uma; projeto parado esperando aprovação é o cenário mais comum. Peça um cronograma com etapas — descoberta, protótipo, desenvolvimento, testes, publicação — e um ambiente de homologação para revisar antes de o site ir ao ar.
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