Instalação de Tomadas em Brasil
Serviço presencial
Preço de referênciaR$ 60 – R$ 150
Tempo de trabalho30min – 1h
Resposta rápida
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Equipe Ucaju· Atualizado em 12 de setembro de 2026
Perguntas frequentes
Quanto custa contratar um eletricista?
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Os serviços elétricos vão do ponto isolado à intervenção no quadro. Na faixa rápida estão instalação de tomadas, de R$ 60 a R$ 150, lustre ou luminária, de R$ 90 a R$ 250, ventilador de teto, de R$ 120 a R$ 280, chuveiro elétrico, de R$ 100 a R$ 250, e troca de disjuntor, de R$ 100 a R$ 300. Serviços maiores incluem passagem de fiação, de R$ 200 a R$ 900, laudo elétrico, de R$ 250 a R$ 700, e troca do quadro de distribuição, de R$ 400 a R$ 1.200. Os materiais — tomadas, luminárias, ventilador, disjuntores, DR, DPS, cabos e eletrodutos — são fornecidos por você, salvo combinado. Quebra de parede para novos pontos, recomposição de alvenaria e aumento de carga junto à concessionária ficam fora e são tratados separadamente.
Quanto tempo a casa fica sem energia durante o serviço?
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O desligamento é proporcional à intervenção. Trocar tomada, instalar lustre ou ventilador exige desligar apenas o circuito correspondente, e isso ocupa parte dos 30 a 120 minutos de visita. A troca de disjuntor, de 40 a 90 minutos, desliga o quadro por um intervalo curto. Já a troca do quadro de energia, de 180 a 360 minutos, implica desligamento geral durante a maior parte do serviço: o profissional remove o quadro antigo, instala o novo, organiza e identifica os circuitos, monta disjuntores e dispositivos de proteção e testa cada circuito ao final. A passagem de fiação, de 120 a 480 minutos, desliga circuito por circuito conforme avança. Combine o horário com antecedência, prefira o período da manhã e, em prédio, avise a portaria caso o quadro fique em área comum.
O que está incluído na troca do quadro de energia?
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O serviço entrega um quadro novo, organizado e testado. Isso inclui retirar o antigo, fixar e ligar o novo quadro de distribuição, separar e identificar os circuitos com etiquetas — item que facilita qualquer manutenção futura —, instalar os disjuntores na amperagem correta junto com os dispositivos de proteção e testar circuito por circuito ao final. Três coisas ficam fora: os componentes, que você compra conforme a lista passada pelo profissional; a substituição da fiação dos circuitos, que é outro serviço, de R$ 200 a R$ 900; e o aumento de carga junto à concessionária, processo administrativo com prazo próprio. Se a casa tem fiação antiga, vale pedir uma avaliação antes: quadro novo com cabo subdimensionado resolve a proteção, mas não elimina o aquecimento no circuito sobrecarregado.
Vale a pena instalar DR no quadro novo?
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Disjuntor e DR protegem coisas diferentes. O disjuntor desarma quando a corrente ultrapassa o limite do circuito ou em curto-circuito, protegendo a fiação. O DR percebe a diferença entre a corrente que entra e a que retorna: quando parte dela escapa por um caminho indevido — o corpo de uma pessoa, um chuveiro com resistência furada, umidade em uma tomada externa —, ele corta em fração de segundo. É a razão pela qual sua instalação é recomendada nos circuitos de áreas molhadas e é prevista na norma de instalações elétricas de baixa tensão. Vale também instalar DPS, que protege equipamentos contra surtos de tensão. Aproveite a troca do quadro para incluir os dois: colocar depois custa outra visita. Se o DR desarmar com frequência, existe fuga real no circuito e ela precisa ser investigada, não contornada.
Meu disjuntor desarma toda hora. Trocar resolve?
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O disjuntor é dimensionado para a bitola do cabo do circuito. Quando ele desarma com frequência, três causas são prováveis: o circuito está sobrecarregado, com mais equipamentos do que a fiação suporta; existe um curto ou uma fuga de corrente em algum ponto; ou o próprio disjuntor está desgastado e desarma abaixo do valor nominal. Só a terceira se resolve com troca simples, de R$ 100 a R$ 300, que inclui diagnóstico do circuito, desligamento seguro do quadro, substituição pela amperagem adequada e reaperto das conexões. Aumentar a amperagem sem trocar o cabo é o erro mais perigoso da elétrica residencial: o disjuntor deixa de desarmar, mas o cabo continua aquecendo, com risco de incêndio. Se o padrão se repete, um laudo elétrico, de R$ 250 a R$ 700, mede e identifica as não conformidades.
Quanto custa um reparo hidráulico ou elétrico em casa?
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A conta de um reparo tem três partes: o deslocamento, a hora técnica e a peça. Serviços rápidos de encanador e eletricista costumam ter valor mínimo de atendimento, então juntar tarefas na mesma visita reduz muito o custo por item. Nas faixas mais buscadas, caça vazamento fica entre R$ 150 e R$ 850 conforme o método usado, reparo de válvula de descarga entre R$ 120 e R$ 350, troca de caixa d’água entre R$ 400 e R$ 1.350 e desentupimento de pia entre R$ 100 e R$ 300. Pintura e serralheria trabalham por metragem e por peça, o que amplia bastante a faixa. Descreva o sintoma com detalhe, informe a idade do imóvel e envie foto do ponto afetado: quase todo reparo mal orçado vira revisão de preço na hora da visita porque o problema descrito não era o problema real.
Quanto tempo leva um reparo depois de aprovado o orçamento?
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Reparos de encanador, eletricista e vidraceiro costumam ser executados em uma visita: instalar torneira, trocar tomada, substituir válvula ou refazer sifão leva de trinta minutos a duas horas. O que estica o prazo é a espera por material específico e a secagem. Pintura de um ambiente exige demão, secagem e segunda demão, o que joga o serviço para dois ou três dias mesmo com equipe. Impermeabilização e gesso pedem cura antes do acabamento. Vidro temperado, box e esquadria são cortados sob medida e chegam entre cinco e quinze dias depois da medição. Caça vazamento tem uma etapa a mais: primeiro o diagnóstico, depois o reparo, muitas vezes em visitas separadas. Ao pedir orçamento, pergunte se o valor cobre diagnóstico e execução ou apenas o diagnóstico — é a diferença mais comum entre duas propostas parecidas.
O material do reparo entra no valor do serviço?
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A prática do mercado é o profissional incluir consumíveis de baixo valor e cobrar separadamente a peça que dá função ao serviço. Isso significa que o orçamento por telefone quase sempre é só de mão de obra. Se preferir comprar a peça, confirme antes o modelo exato com quem vai instalar — torneira de mesa e de parede, registro de gaveta e de pressão, disjuntor monopolar e bipolar não são intercambiáveis, e a viagem extra costuma ser cobrada. Se preferir que ele forneça, peça que a proposta escreva marca, modelo e garantia da peça. Fora do escopo do reparo estão o acabamento posterior — pintura da parede aberta para caçar vazamento, reposição de azulejo, refazimento de gesso — e a retirada de entulho. Combine esses pontos antes: são a origem da maior parte das reclamações depois do serviço pronto.
Qual a garantia de um serviço de reparo?
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A garantia legal de noventa dias vale para o serviço executado, e não impede que o profissional ofereça prazo maior — muitos oferecem seis meses ou um ano em impermeabilização e pintura. Para que ela funcione na prática, três informações precisam estar escritas: o que foi feito, quando foi concluído e qual peça foi instalada. Guarde a nota da peça, porque a garantia dela corre pelo fabricante e costuma ser mais longa que a do serviço. A garantia cobre falha de execução, não uso indevido nem problema novo em outro ponto da instalação: um vazamento que reaparece na mesma conexão é garantia, outro vazamento a dois metros dali é serviço novo. Em caça vazamento e desentupimento, pergunte antes se há garantia de resultado ou apenas de execução — a diferença entre as duas costuma explicar propostas com valores distantes.
Vale a pena juntar vários reparos numa visita só?
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A economia vem de dois lugares: o deslocamento é pago uma vez e o profissional aproveita ferramenta e material já em mãos. Faça uma lista com todos os pontos antes de pedir o orçamento, ambiente por ambiente, com foto de cada um — vale contar tomada solta, torneira pingando, sifão vazando, chuveiro esquentando pouco e porta desalinhada. Com a lista, o orçamento vem fechado e você evita a revisão de preço na hora. O limite é o ofício: encanador não resolve quadro elétrico e eletricista não troca sifão. Quando a lista mistura áreas, o marido de aluguel resolve o conjunto de pequenos serviços, e vale contratar o especialista só para o que for de risco — gás, quadro elétrico e estrutura. Reserve também um tempo maior de agenda: cinco tarefas somam facilmente meio período de trabalho.
Quanto custa contratar um serviço de reforma ou reparo?
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Os serviços de reformas e reparos cadastrados na Ucaju vão de R$ 15, no caso de itens cobrados por unidade, a mais de R$ 80.000 em obras completas. Essa distância existe porque o tema reúne coisas muito diferentes: um desentupimento de pia custa de R$ 100 a R$ 300, um caça-vazamento de R$ 150 a R$ 850 e uma reforma de banheiro inteira entra na casa dos milhares. Três fatores explicam quase toda a variação de um orçamento para outro: metragem e quantidade, padrão do material escolhido e quantas pessoas a obra exige por quanto tempo. Mão de obra e material costumam ser cotados em separado — confirme sempre qual dos dois está no valor apresentado. Reserve de 15% a 20% para imprevistos; em imóvel com mais de 25 anos, use o teto da faixa, porque instalação antiga quase sempre revela surpresa depois da primeira demolição. Pedir orçamento é grátis e sem compromisso.
Quanto tempo leva uma reforma ou um reparo em casa?
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Vale separar prazo de execução de prazo de agendamento. A execução da maioria dos reparos cadastrados fica em torno de duas horas, e os serviços mais longos do tema passam de quarenta e oito horas de trabalho somadas. Já o agendamento depende da agenda do profissional na sua região: em serviço de urgência, como vazamento ou entupimento, é comum conseguir atendimento no mesmo dia ou no dia seguinte; obras planejadas costumam começar de uma a três semanas depois do fechamento. Em reforma, o cronograma raramente é contínuo — há esperas técnicas que ninguém acelera, como a cura do contrapiso antes do porcelanato e a secagem entre demãos de tinta. Peça o cronograma por escrito, com data de início, etapas e data prevista de entrega, e combine desde o começo o que acontece se a obra atrasar. Prazo apertado demais no papel costuma virar acabamento malfeito.
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