Troca de Magnetron no Brasil
Serviço presencial
Preço de referênciaR$ 200 – R$ 500
Tempo de trabalho1h – 2h
Resposta rápida
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Equipe Ucaju· Atualizado em 10 de setembro de 2026
Sobre este serviço
Substituição da válvula magnetron, o componente responsável por gerar o aquecimento do micro-ondas. Indicado quando o aparelho funciona normalmente, mas não esquenta os alimentos.
BrasilAssistência TécnicaEletrodomésticosMicroondas
O que está incluso
- Teste de diagnóstico confirmando o defeito do magnetron
- Substituição da válvula por peça compatível
- Verificação de fusível, diodo e capacitor
- Teste de aquecimento após a troca
O que não está incluso
- Reparos em painel ou placa de controle
- Troca de outros componentes não aprovados no orçamento
- Aparelhos com gabinete violado por reparo anterior inadequado (avaliados caso a caso)
Preparação antes do atendimento
Informe marca, modelo e potência do micro-ondas ao agendar para que o técnico providencie o magnetron compatível.
Perguntas frequentes
Vale a pena trocar o magnetron?
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Depende do valor do aparelho. Em modelos de maior capacidade e recursos, a troca costuma compensar; o técnico orienta após o orçamento.
A troca do magnetron resolve o não aquecimento em todos os casos?
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Não necessariamente. Fusível, diodo e capacitor também causam o sintoma; por isso o diagnóstico verifica todo o circuito de aquecimento.
Quanto custa consertar um micro-ondas?
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Os três serviços da subcategoria cobrem do reparo simples à peça principal. O conserto geral, de R$ 100 a R$ 350, atende os defeitos mais comuns: aparelho que não liga, painel que não responde, prato que não gira, porta que não trava e aquecimento fraco, com o diagnóstico incluído e as peças cobradas à parte. A troca do magnetron, de R$ 200 a R$ 500, é o serviço específico para o micro-ondas que liga, ilumina e gira o prato, mas não esquenta — o magnetron é a válvula que gera as micro-ondas, e a faixa mais alta reflete o preço do componente. A troca de prato e acessórios, de R$ 80 a R$ 200, resolve pratos quebrados e suportes gastos com a peça compatível com o modelo. Na hora de decidir, pese o valor do aparelho: em micro-ondas simples de entrada, um orçamento no teto das faixas pode se aproximar do preço de um novo, enquanto em modelos maiores ou de embutir o conserto compensa com folga.
Quanto tempo demora o conserto do micro-ondas?
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São serviços curtos, resolvidos em uma visita quando a peça está disponível. No conserto geral, de 40 minutos a 2 horas, o técnico testa painel, trava da porta, fusível e circuito de aquecimento, executa o reparo e valida esquentando água em potência máxima. A troca do magnetron, de 1 a 2 horas, tem uma etapa de segurança obrigatória antes de qualquer desmontagem: descarregar o capacitor de alta tensão, que retém carga perigosa mesmo com o aparelho fora da tomada — é o motivo de esse reparo nunca ser recomendado como serviço caseiro. Depois da descarga, a válvula é substituída e o aquecimento, testado. A troca de prato e suportes, de 20 a 60 minutos, é a mais simples e depende só de a peça compatível estar em mãos. O que estende o prazo é a encomenda de componente específico do modelo, caso em que o atendimento se divide em diagnóstico e retorno para a execução.
O que está incluído no conserto do micro-ondas?
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O escopo do conserto geral cobre a investigação completa e o reparo dos componentes acessíveis: fusível rompido, trava de porta que impede o funcionamento, painel de membrana que não responde, motor do prato giratório e conexões internas. O serviço termina com teste prático de aquecimento, aquecendo água para medir o desempenho. Três itens ficam fora do escopo: as peças de reposição, sempre orçadas à parte; a substituição do magnetron, que por ser a peça central do aquecimento tem serviço próprio, de R$ 200 a R$ 500; e a troca de prato giratório e suportes, cadastrada separadamente de R$ 80 a R$ 200 e que pode ser feita na mesma visita. Danos estruturais na cavidade, como pintura interna descascada com faíscas, entram na conversa do diagnóstico, porque nem sempre têm reparo seguro. Um alerta que vale repetir: o capacitor interno guarda carga elétrica perigosa mesmo desligado da tomada, então a abertura do aparelho é tarefa do técnico, nunca caseira.
Vale a pena trocar o magnetron ou comprar um micro-ondas novo?
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O magnetron é o coração do micro-ondas e também a peça mais cara dele, o que torna essa a decisão mais frequente da subcategoria. A conta é direta: compare o orçamento fechado da troca, dentro da faixa de R$ 200 a R$ 500, com o preço real de um aparelho equivalente ao seu. Em micro-ondas compactos de entrada, o teto da faixa encosta no valor de uma unidade nova, e a troca do aparelho ganha apelo — com direito a garantia integral e eficiência de fábrica. O cenário inverte nos modelos de maior capacidade, nos de embutir, cuja medida precisa combinar com o nicho da marcenaria, e nos que têm funções extras como grill: nesses, a reposição custa caro e o conserto devolve o aparelho por uma fração do preço. Antes de decidir, confirme com o técnico se o defeito é mesmo o magnetron e não um componente mais barato do circuito, e pergunte qual a garantia dada sobre a peça nova instalada.
Por que o micro-ondas liga mas não esquenta a comida?
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Esse sintoma tem assinatura clara: painel, luz e prato funcionam porque a parte de baixa tensão está íntegra, mas a comida sai fria porque o circuito de alta tensão — transformador, capacitor, diodo e magnetron — parou de gerar as micro-ondas. O magnetron queimado é a causa mais famosa, mas não é a única: diodo e capacitor defeituosos produzem exatamente o mesmo sintoma e custam bem menos, por isso o diagnóstico técnico vem antes de qualquer troca. Há ainda um caso banal que vale checar em casa: o modo de demonstração ou timer sem potência, ativado sem querer no painel de alguns modelos. Confirmada a falha no circuito, o reparo segue pela via adequada — conserto geral, de R$ 100 a R$ 350, quando o problema está em componentes menores, ou troca do magnetron, de R$ 200 a R$ 500. Não abra o aparelho por conta própria: o capacitor retém carga perigosa mesmo fora da tomada, e a manipulação é trabalho do técnico.
Quanto custa consertar um eletrodoméstico?
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O valor final soma três parcelas: a visita, a mão de obra e a peça. Em geladeira, freezer e máquina de lavar, o técnico costuma atender em domicílio, porque mover o aparelho traz mais risco que benefício; microondas, máquina de costura e aparelhos pequenos vão para a bancada. As faixas mais buscadas são conserto de freezer entre R$ 180 e R$ 700 e conserto de máquina de lavar entre R$ 150 e R$ 600, com a placa eletrônica no topo da lista de peças caras. Ao pedir orçamento, informe marca, modelo, ano aproximado e o comportamento exato do aparelho: geladeira que não gela na parte de baixo, máquina que enche mas não centrifuga, fogão com uma boca que não acende. Sintoma bem descrito reduz a chance de o técnico chegar sem a peça necessária.
Quanto tempo leva o conserto de um eletrodoméstico?
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Três situações mudam o prazo. A primeira é a peça: componentes comuns como termostato, resistência, correia, borracha de porta e bomba de drenagem costumam estar no estoque do técnico; placa eletrônica, compressor e módulo de comando são pedidos e demoram. A segunda é a natureza do reparo em sistemas de refrigeração, que exige soldar, fazer vácuo e recarregar, com espera até o aparelho estabilizar a temperatura — não julgue o resultado no mesmo minuto em que o técnico sai. A terceira é a disponibilidade de agenda em época de calor, quando geladeira e ar-condicionado concentram chamados. Ao agendar, pergunte se o valor cobre diagnóstico e execução na mesma visita, quanto tempo o aparelho precisa ficar em teste depois do reparo e qual é o prazo caso a peça precise ser pedida.
O orçamento e a visita são cobrados mesmo sem fechar o conserto?
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Diagnosticar um eletrodoméstico dá trabalho real: em máquina de lavar e lava-louça, chegar ao componente exige desmontar o gabinete. Por isso a cobrança de diagnóstico é praxe e não é abusiva quando informada antes. O que varia entre profissionais é a regra: alguns abatem a taxa integralmente na aprovação, outros abatem parte, outros isentam quando o serviço é fechado na hora. Peça o orçamento por escrito, com peça identificada, valor de mão de obra e prazo de garantia, e desconfie de valor fechado por telefone sem sequer a marca e o modelo do aparelho. Se o reparo for recusado, o técnico deve devolver o aparelho montado e funcionando como estava. Para reduzir visitas improdutivas, mande fotos da etiqueta de identificação e um vídeo curto do sintoma na hora do primeiro contato.
Quando o conserto deixa de compensar em relação à troca?
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Além do valor, pesam três fatores. O consumo de energia: geladeiras e máquinas de lavar antigas gastam bem mais que modelos atuais, e a diferença na conta ao longo de um ano às vezes paga parte da troca. A disponibilidade de peça: em linha descontinuada, o próximo defeito pode não ter solução, e o conserto de hoje vira dinheiro perdido. O tipo de componente: compressor, tanque e placa de potência são as peças caras; termostato, resistência, correia e borracha são baratas e quase sempre valem o reparo. Peça ao técnico o orçamento completo antes de decidir, incluindo o que já mostra desgaste mesmo sem ter falhado. E considere o descarte: muitos serviços recolhem o aparelho antigo, o que evita o problema de destinar sozinho um equipamento com gás refrigerante.
Qual a garantia de um conserto de eletrodoméstico?
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Para a garantia funcionar, guarde a ordem de serviço com data, descrição do defeito, peça trocada com código e prazo declarado. Sem esse documento, a discussão vira palavra contra palavra. A garantia cobre reincidência do mesmo problema e falha de execução; não cobre uso indevido, oscilação de rede elétrica, sobrecarga nem defeito em outra parte do aparelho. Em refrigeração, atenção especial ao prazo do compressor e do processo de recarga, que costuma ter garantia própria maior. Se o defeito voltar dentro do período, acione o mesmo profissional antes de chamar outro: intervenção de terceiro costuma anular a garantia. Vale também perguntar se a assistência oferece garantia estendida mediante contrato de manutenção — em uso comercial, como lavanderia e restaurante, esse formato costuma sair mais barato que reparos avulsos repetidos.
Quanto custa um serviço de assistência técnica?
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Os serviços de assistência técnica cadastrados vão de R$ 60 a cerca de R$ 3.000. O menor valor corresponde a atendimentos simples e a mais alta, a trocas de componente caro em equipamento grande. Um exemplo do próprio catálogo ajuda a calibrar: limpeza de ar-condicionado fica entre R$ 100 e R$ 450, instalação de split de 9.000 BTUs entre R$ 450 e R$ 900, e recarga de gás entre R$ 250 e R$ 700. O orçamento tem duas partes que precisam ficar separadas na proposta: a mão de obra e a peça. Muitos profissionais cobram taxa de visita para o diagnóstico e abatem esse valor se o conserto for aprovado — pergunte antes se essa é a política e o que acontece se você recusar o reparo. Peça sempre o valor fechado depois do diagnóstico, não antes: orçamento dado por telefone, sem ver o aparelho, é estimativa.
Em quanto tempo o aparelho fica pronto?
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Há dois cenários. No reparo em domicílio, o profissional chega com as peças de giro rápido e resolve numa visita de uma a três horas; instalação de ar-condicionado e serviços que exigem furação ficam no teto dessa faixa. No reparo em bancada, o aparelho é recolhido, diagnosticado e devolvido, e aí o prazo depende de a peça estar disponível. Antes de autorizar, pergunte três coisas: se a peça é original ou compatível, qual o prazo de chegada e o que acontece se ela não for encontrada. Peça a previsão por escrito, junto do orçamento. Vale registrar o estado do aparelho no recolhimento — foto do número de série e da tela ou painel evita discussão na devolução. Em equipamento ainda dentro da garantia do fabricante, o reparo por terceiro costuma anular a cobertura: nesse caso, procure primeiro a assistência autorizada.